Vivemos numa contemporaneidade forrada a pontos de interrogação. “Para quando uma vacina?”, “Quando é que surgirá um tratamento eficaz?”, “Como irá a economia recuperar?”, Quando é que tudo voltará à normalidade?”. É nesta maré de questões servida por uma pandemia que virou o mundo do avesso que navegamos por estes dias de em que a palavra Covid-19 nos assalta o espírito a cada passo dado. Mais de 3,5 milhões de pessoas foram infetadas com o vírus, largos milhares perderam a vida e muitos milhões a forma de sustento atirados que foram para lay-offs sem fim ou desemprego.

A adaptação à nova realidade

Há, contudo, no ser humano a fabulosa capacidade de se adaptar às situações mais duras fazendo das fraquezas forças para dar a volta por cima. De um modo ora mais criativo e artesanal, ora mais inovador e vanguardista a realidade mostra-nos que empresas têxteis reconverteram-se passando a fabricar máscaras e outros equipamentos de proteção individual, empresas de material publicitário passaram a produzir viseiras e outras, maiores e mais tecnológicas uniram-se a universidades e especialistas em saúde para começarem a fabricar os tão desejados ventiladores.

E se falamos de empresas, podemos também falar daqueles que atirados para um confinamento forçado ou desemprego involuntário deram asas à criatividade e passaram a cozinhar o próprio pão, criaram redes de apoio aos mais idosos fazendo-lhes as compras de supermercado e aviando-lhes as receitas farmacêuticas ou, numa perspetiva mais laboral, fazem dos seus talentos uma nova forma de sustento aproveitando as benesses do mundo digital. É a estes últimos que se aplica o anglicanismo que apresentamos no título deste artigo: “DYI” ou “faça você mesmo”.

Fruto, como vimos, da obrigação ou da necessidade, as pessoas, aproveitando a exponencial migração dos hábitos de consumo para o online (um estudo do SmartCommerce diz-nos que 40% dos atuais compradores online fizeram a sua primeira compra em março deste ano), aproveitaram o confinamento para criarem os seus próprios produtos e serviços e colocarem-nos à disposição de todos através dos meios que a Internet proporciona. Virados, assim, para o e-commerce (comércio eletrónico), estes milhares de novos empreendedores vão complementando o orçamento familiar com o fruto das suas criações e da ajuda das redes sociais como forma de mitigar a ausência de uma loja online/website que lhes permita trabalhar de uma forma mais profissional o produto do seu labor.

Como ser um empreendedor DIY e receber pagamentos sem website?

A ausência de uma estrutura deste género que trata dos domínios do marketing e logística não é, contudo, um entrave à persecução dos seus objetivos se se enquadrar neste perfil de empreendedor DYI. Com as dicas de marketing digital que facilmente encontra na Internet e que poderá aplicar a um fácil e de criar, e gerir, perfil numa qualquer rede social e as soluções inovadoras no campo das vendas online que já existem no mercado português, pode prosseguir e medrar no negócio online mesmo que não detenha um website ou loja online que lhe dê cobertura. Entre estes últimos está a portuguesa REDUNIQ.

Solução de pagamento online simples, rápida e segura

Consciente de que o momento presente chama por uma solução que ajude os negócios a digitalizarem-se de forma simples e rápida de modo a aproveitar as potencialidades do online para incrementar as vendas à distância e mitigar os efeitos da crise pandémica, esta marca entrega-lhes em mão a solução REDUNIQ @Payments.

Tenha ou não website, com o REDUNIQ @Payments o seu negócio, qualquer que ele seja, pode passar a vender online sem site, sem custos de adesão, sem mensalidades e aceitar pagamentos à distância. Além disso, esta solução pode também ser uma alternativa às transferências multibanco, que na sua grande maioria atrasam o processo de venda, uma vez que o comerciante tem que esperar que o pagamento entre na sua conta bancária. Todo o processo é bem mais simples para o cliente e mais seguro (o pagamento é efetuado numa página segura não existindo o risco de realizar uma transferência sem qualquer garantia). Igualmente para o comerciante, esta solução, facilita a gestão das vendas, ao não ter que validar várias transferências bancárias, algumas sem descrição o que complica muito a gestão.

Destinado a comerciantes que não tenham uma loja virtual e que não estejam orientados para a venda de produtos em massa, como os nossos empreendedores DYI, mas que necessitem de aceitar pagamentos de forma prática e segura, esta solução permite-lhes aceitarem pagamentos com cartão à distância, de forma simples, prática e segura, mesmo não tendo um website.

O link para pagamento das encomendas é enviado diretamente para o e-mail do seu cliente, que será redirecionado para uma página segura da REDUNIQ. Aqui, o cliente coloca os seus dados e efetua o pagamento das suas compras. Após os dados serem validados e autorizados pelo banco emissor, a transação é realizada. No fim, como referimos anteriormente, será notificado do pagamento através do e-mail, ou através de dois e-mails, um com a notificação e outro com o comprovativo do pagamento. Todos os pagamentos efetuados serão creditados na conta do comerciante no prazo máximo de dois dias úteis, após a data da compra.

Ao aderir ao REDUNIQ @Payments poderá aceitar pagamentos com cartões de débito e crédito, dos sistemas Visa e Mastercard. O montante máximo de cada transação por cartão, num dia, é de 5.000€, enquanto o montante máximo de todas as transações por cartão, num dia, é de 10.000€.

Como a migração para o digital, o cibercrime, como os últimos dados da Procuradoria-Geral da República mostram, aumentou. Preocupação legitima, a segurança dos pagamentos online para comerciante e cliente está, com esta solução, salvaguardada.

Sendo uma página 3D Secure da REDUNIQ, também o cliente pode estar seguro em relação ao pagamento. Não só este é feito em segurança (de acordo com o protocolo 3D Secure da Visa e Mastercard) como o negócio, ao assumir-se como cliente REDUNIQ, uma marca nacional de aceitação de pagamentos por cartão, tem a certeza que está a cumprir todas as regras dos sistemas internacionais e da REDUNIQ.

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