A Inteligência Artificial (IA) pode ser uma ferramenta poderosa com o potencial de transformar a forma como trabalhamos e aprendemos, quando é desenhada com foco nas pessoas. Reconhecendo o impacto desta tecnologia, cada decisão ou produto lançado pela Microsoft respeitam seis princípios-chave: transparência, responsabilidade, equidade, inclusividade, confiabilidade e segurança.

Não obstante, a empresa quis ir mais além no seu compromisso com a transparência em matéria de IA, e é por isso que a Microsoft acaba de divulgar a primeira edição do Responsible AI Transparency Report, um documento anual com o qual a empresa pretende explicar como constrói aplicações que utilizam IA generativa; como toma decisões e supervisiona a implementação dessas aplicações; como apoia os seus clientes enquanto constroem as suas próprias aplicações generativas; e como aprendem, evoluem e crescem como uma comunidade responsável de IA.

No fundo, e tal como a empresa refere, “acreditamos que temos a obrigação de partilhar as nossas práticas responsáveis de IA com o público, e este relatório permite-nos registar e partilhar as nossas práticas em amadurecimento, refletir sobre o que aprendemos, traçar os nossos objetivos, responsabilizarmo-nos e ganhar a confiança do público”.
Eis algumas das principais conclusões do primeiro Responsible AI Transparency Report:

Até ao momento, a Microsoft desenvolveu 30 ferramentas de IA responsável que incorporam mais de 100 funcionalidades que visam apoiar o desenvolvimento de IA responsável dos clientes.

Desde 2019 que a empresa lançou 33 notas de transparência, fornecendo aos clientes detalhes sobre serviços como o Azure OpenAI Service.

Só na segunda metade de 2023, a comunidade de IA responsável da Microsoft cresceu 16,6%, de 350 membros para mais de 400.

Até ao final do ano passado, 99% dos colaboradores Microsoft concluíram o módulo de IA responsável na formação anual da organização sobre Normas de Conduta Empresarial.

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